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Cidade de Coimbra

Localizada no centro de Portugal e dividida pelo Rio Mondego, esta cidade de becos e ruelas que encantam e deslumbram, é uma cidade que fica na memória e que se entranha na alma de qualquer um que por ela passe. 

Portadora de uma grande riqueza histórica e cultural, sendo a maior cidade da região centro, esta cidade de origem romana, começou por ser “Emínio” e mais tarde, quando se tornou sede de Diocese substituiu a cidade de Conímbriga, de onde deriva o seu nome. Invadida por Bárbaros e mais tarde Muçulmanos foi conquistada em 1064 e fundada oficialmente em 1111, tornando-se em 1129 a primeira capital do reino de Portugal. Aqui nasceram 6 reis de Portugal (inclusive o primeiro, D. Afonso Henriques) e também, em 1290, uma das mais antigas universidades da Europa, a Universidade de Coimbra.

Situada numa colina a cidade era protegida por muralhas, com entrada principal a Porta de Almedina, que ainda hoje se pode visitar. No século XVI já apresentava uma estrutura urbana dividida em duas partes:

  • Alta/Almedina, onde viviam aristocratas, clérigos e, mais tarde, estudantes.
  • Baixa onde se encontrava o comércio, artesãos e bairros populares.

Apenas no século XIX é que a cidade começou a expandir-se além muralhas (eventualmente desaparecidas com as reformas pombalinas).

Dizem que quem passa por Coimbra nunca mais a esquece. Conhecida como Coimbra dos estudantes, Coimbra do Mondego ou Coimbra dos amores de Pedro e Inês, a 22 de Junho de 2013 as zonas da Universidade, Alta e Sofia foram classificadas como Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO.

Capital de Portugal entre 1131 e 1255

Ainda hoje Coimbra continua a ser, para muitos, a verdadeira capital da nação dado que não existem documentos legais a considerar Lisboa como a capital oficial do pais.

Casa da primeira dinastia Portuguesa

A primeira dinastia portuguesa residiu em Coimbra, sendo por isso natural que seis dos nossos monarcas tenham nascido em Coimbra (como por exemplo D. Sancho II, D. Afonso IV ou D. Pedro I).

Detentora da casa monástica mais importante nos primeiros tempos da monarquia portuguesa

Segundo o site da Direcção Geral do Património Cultural, o Mosteiro de Santa Cruz, local onde se encontram hoje em dia os túmulos dos dois primeiros Reis de Portugal, D. Afonso Henriques e D. Sancho I, “foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. A sua escola foi fundamental nestes tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as elites do poder e da intelectualidade”.

Iniciamos esta visita, precisamente na Universidade fundada no século XIII que a UNESCO integrou na lista do Património mundial, numa classificação que engloba também a Rua da Sofia e a alta da cidade. Vale a pena subir à sua torre, onde estão os sinos que marcavam o ritmo das aulas, para apreciar a soberba vista de 360º sobre Coimbra. Mas no piso térreo há muito para visitar: o Pátio das Escolas, a Sala dos Capelos onde têm lugar as cerimónias mais importantes, a Capela de São Miguel com um imponente órgão barroco e a Biblioteca Joanina, que possui mais de 300 mil obras datadas entre os séculos XVI e XVIII dispostas em belíssimas estantes ornamentadas com talha dourada.

Rica em comércio, com zona de compras e cafés históricos sem dúvida que não podes desperdiçar uma visita por esta zona da cidade que apresenta um esplendor de arte românica inigualável.

Fundado em 1131, com o apoio de D. Afonso Henriques e de D. Sancho I, que nele se encontram sepultados. A qualidade das intervenções artísticas no mosteiro, particularmente na época manuelina, fazem deste um dos principais monumentos históricos e artísticos do país.

Recuperado e resgatado das águas do rio que o invadiram ao longo dos séculos, popularmente conhecido como Convento de Santa Clara-a-Velha, localiza-se na margem esquerda do rio Mondego. Representa um momento de experimentação do estilo gótico no país. A sua fundação, em fins do século XIII, inscreve-se numa conjuntura de gradual influência e aceitação da Ordem dos Frades Menores na Corte e na sociedade portuguesa em geral.

Constitui um dos edifícios em estilo românico mais importantes do país.  É aqui que tem lugar a serenata monumental em que os estudantes trajando capas negras cantam com muito sentimento o Fado de Coimbra durante a Queima da Fitas.

Conserva o Criptopórtico romano, entre um acervo de grande valor e dá a conhecer a história da cidade. É  é um dos mais importantes museus de Belas-Artes de Portugal. 

Aqui podes encontrar inúmeros espaços verdes a não perder como é o caso do Choupal, Quinta das Lágrimas ou o Jardim Botânico.

Iniciamos esta visita, precisamente na Universidade fundada no século XIII que a UNESCO integrou na lista do Património mundial, numa classificação que engloba também a Rua da Sofia e a alta da cidade. Vale a pena subir à sua torre, onde estão os sinos que marcavam o ritmo das aulas, para apreciar a soberba vista de 360º sobre Coimbra. Mas no piso térreo há muito para visitar: o Pátio das Escolas, a Sala dos Capelos onde têm lugar as cerimónias mais importantes, a Capela de São Miguel com um imponente órgão barroco e a Biblioteca Joanina, que possui mais de 300 mil obras datadas entre os séculos XVI e XVIII dispostas em belíssimas estantes ornamentadas com talha dourada.

Rica em comércio, com zona de compras e cafés históricos sem dúvida que não podes desperdiçar uma visita por esta zona da cidade que apresenta um esplendor de arte românica inigualável.

Fundado em 1131, com o apoio de D. Afonso Henriques e de D. Sancho I, que nele se encontram sepultados. A qualidade das intervenções artísticas no mosteiro, particularmente na época manuelina, fazem deste um dos principais monumentos históricos e artísticos do país.

Recuperado e resgatado das águas do rio que o invadiram ao longo dos séculos, popularmente conhecido como Convento de Santa Clara-a-Velha, localiza-se na margem esquerda do rio Mondego. Representa um momento de experimentação do estilo gótico no país. A sua fundação, em fins do século XIII, inscreve-se numa conjuntura de gradual influência e aceitação da Ordem dos Frades Menores na Corte e na sociedade portuguesa em geral.

Constitui um dos edifícios em estilo românico mais importantes do país.  É aqui que tem lugar a serenata monumental em que os estudantes trajando capas negras cantam com muito sentimento o Fado de Coimbra durante a Queima da Fitas.

Conserva o Criptopórtico romano, entre um acervo de grande valor e dá a conhecer a história da cidade. É  é um dos mais importantes museus de Belas-Artes de Portugal. 

Aqui podes encontrar inúmeros espaços verdes a não perder como é o caso do Choupal, Quinta das Lágrimas ou o Jardim Botânico.

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